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Hipossalina e levíssima, a Água Mineral Natural de Luso corporiza o conceito de “pureza”. Só a descrição do seu percurso já faz sede. Nascendo a centenas de metros de profundidade, entre as nobres rochas de quartzo da Serra do Bussaco, desenha um longo percurso imaculado que chega ao nosso copo sem qualquer interferência. São as rochas que a purificam e filtram, pelo que é tão leve quanto etérea.
O ditado “desta água não beberei” não se aplica, definitivamente, aqui. A Água de Luso confunde-se com a nossa identidade nacional. É daquelas referências que nos acompanha desde tempos pueris. A menina que bebe água diretamente de uma taça, escultura do mestre João da Silva, tornou-se num logotipo eterno.
A palavra “pureza” encontra corpo ideal na Água de Luso, nome, aliás, atribuído à escultura icónica que ainda hoje cada garrafa exibe, no seu azul cerúleo. É filtrada num curso de tempo muito lento (o processo demora mil anos, em média). Sim, leu bem. Mil anos. O seu PH (potencial de hidrogénio) é de 5,7 e circula de forma subterrânea na serra, em plena harmonia com a natureza, desde a queda das águas da chuva até ao seu copo
Traduzindo, é claro como a água: a Luso engarrafa a natureza, pois a água é impermeabilizada no solo ao longo de centenas de anos.
Estamos exatamente no lugar onde ela nasce, na Serra do Bussaco, na Fonte Fria, entre a beleza estonteante de milhares de espécies arbóreas. A 500 metros de profundidade, encontra-se o diamante em bruto, o aquífero hidromineral, ou seja, o coração da Água de Luso. “As águas subterrâneas são as mais nobres e mais puras, de qualidade superior” – conta-nos Noémia Calado, responsável pela comunicação e relações institucionais da sociedade que tutela a marca, a Central de Cervejas.
Da mesma opinião é Guilherme Duarte, presidente da Fundação Mata do Bussaco, que sublinha a importância do ecossistema natural que envolve o aquífero.
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