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Começou por ser uma taberna, hoje é um nome incontornável da gastronomia do Centro.
“Quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar”, diz a canção.
E quem passa pelo restaurante António Padeiro também não.
Apesar do nome, que evoca o fundador, esta é uma cozinha de matriz feminina que passa de geração em geração, como manda a tradição, neste caso de Maria Júlia André para a filha, Ana Branco, hoje a chefe à frente dos fogões, alma da casa cuja aura singular dispõe bem quem chega, mesmo antes de se sentar à mesa.
Quem entra, deixa-se imergir desde logo num mundo encantado de histórias, pontuadas nas paredes por fotografias, memórias e objetos que nos aconchegam e pedem para ficarmos.
De facto, a alcunha “Padeiro” refere-se ao avô (António Lourenço Branco) que usava o forno que ainda aqui mesmo existe para cozer o pão que vendia para fora.
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