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É uma imensidão salina de azul prussiano, cruzada de areias vulcânicas e basalto, que nos deixa em silêncio, expectantes. Da calidez de um mergulho aos passeios pelas montanhas e florestas, entre verde musgo e cascatas, a Ilha de S. Miguel é um reduto paradisíaco, já sabemos. Mas se ficar alojado no White Exclusive Suites & Villas ou no Santa Bárbara Eco Beach Resort, a ilha ainda tem mais encanto.
Vamos dizer porquê se nos acompanhar nesta viagem de sonho.
De repente, estamos na proa de um navio suspenso sobre o mar e apetece-nos gritar
“I’m the king of the world”. O marulhar oceânico embala-nos e navegamos até ao limite do horizonte, a compasso do veludo azul e do céu lavado de nuvens.
Subitamente, batem à porta do quarto e despertam-nos de um sonho acordado, liquefazendo o zénite. Sim, é verdade.
Estamos, afinal, numa das varandas do White, em Lagoa, Ponta Delgada, no sul da ilha de S. Miguel. E ainda bem. O hotel é tão sobranceiro ao Atlântico que, por momentos, podíamos estar num filme. Pelo menos, aqui estamos em terra firme e, se afundarmos, é de prazer.
Entregam-nos, a par da bonomia serena de um sorriso, um prato com iguarias açorianas como boas-vindas, momentos depois de aterrarmos.
Há queijo do Morro, da ilha do Pico, bolo lêvedo, maracujá fresco e em compota. O olhar simpático de Vicente acrescenta que podemos tomar ainda um chá de erva príncipe e hortelã. Está já feito, repousando no bule lindo de morrer, e, a acompanhar, há cookies de manteiga, feitos aqui mesmo. A simplicidade de um oshibori remata o aconchego, quente ou frio consoante a estação do ano, sempre reconfortante para quem chega.
Cada cliente tem ainda direito a um telemóvel disponível com ajuda e apoio 24h, a par de propostas de experiências e sites para perscrutar a ilha e seguir, a par e passo, detalhes e informações.
É bom ser recebido assim, como se alguém familiar nos esperasse depois de uma viagem. Mas estamos, qual matrioska, dentro de um lugar especial em S. Miguel.
Chamam-lhe ilha verde. Contudo, o azul atlântico domina e com ele mergulhamos numa atordoante imensidão salgada que hipnotiza.
Há espaços serenos entrecortados por ribeiras frescas e cascatas, espessos arvoredos de cedros, louros e faias, relevos montanhosos espreitando entre uma natureza vulcânica, ribeiras e terrenos de biscoito (camadas onduladas de lava).
Bastava tudo isto para nos deixar felizes e calados. Mas se acrescentarmos um poiso onde serenidade e cadência estética andam a compasso, então estamos no sítio certo.
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