Há dez anos, tudo começou com a ideia de provar que as carnicerías que moldaram a paisagem gastronómica de Buenos Aires podiam ser mais modernas, voltadas para o mundo e não apenas para a sua própria tradição. Foi assim que os amigos Germán Sitz e Pedro Peña criaram o seu primeiro espaço na calle Thames, uma das principais artérias da capital portenha, e lhe deram o nome de La Carnicería. Porque não era uma carnicería qualquer; era “A” carnicería — capaz de revisitar pratos clássicos da gastronomia argentina, de ter um balcão para quem quisesse assistir ao vai-e-vem das brasas, de misturar ingredientes de outras partes do mundo (como o alho-negro nas molejas, servidas também com mel) e de se tornar num conceito que subvertesse o que até então era tido como intocável.
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