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Como uma árvore centenária que viveu tempos de prosperidade e tempestades que se temiam duras, testemunhas de acontecimentos incontáveis, as marcas que todos conhecemos de alguma forma têm algo de semelhante. Quando bem sucedidas - como é o caso - perpassam o tempo, convivem com multidões, são observadas, admiradas, comentadas. Mateus Rosé é tudo isso.
Mais de oito longas décadas de vida, duas guerras mundiais e um sem-número de acontecimentos que a tornaram forte, resiliente e capaz de olhar o futuro com capacidade e modernidade. É “a nossa marca” deste número da blue Travel.
Há mais de 80 anos que a sua garrafa bojuda, inspirada nos cantis dos soldados da Primeira Guerra Mundial, é um símbolo universal de convívio e celebração. Mateus Rosé não é apenas um vinho; é um ícone da cultura pop, uma memória afetiva para gerações e, surpreendentemente, um caso de estudo sobre como uma marca pode envelhecer sem nunca perder a juventude.
Numa era de tendências efémeras, como se mantém este gigante português na vanguarda, conquistando o gosto dos Millennials e da Geração Z com a mesma eficácia com que seduziu estrelas como Jimi Hendrix ou a Rainha Isabel II? A resposta reside num delicado equilíbrio entre respeitar o passado e brindar ao futuro, de um produto nascido no longínquo ano de 1942.
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