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A terceira geração do Peugeot 3008 é uma pedrada no charco e promete entrar para as shortlists dos potenciais clientes. É um verdadeiro “vira-cabeças” pela irreverência que revela e soma ainda uma qualidade global muito assinalável. É também a oportunidade para a marca do grupo Stellantis adicionar a opção elétrica que traz argumentos reforçados e autonomias respeitáveis – numa das versões promete percorrer 700 km com um carregamento, liderando o segmento nesse domínio. Espera-se um sucesso de vendas, mesmo que os preços tenham acompanhado o aumento global da qualidade da oferta.
A francesa Peugeot, membro relevante do gigante grupo Stellantis, até há pouco tempo liderado pelo português Carlos Tavares, tem sabido produzir fórmulas de sucesso. No caso do 3008, a fórmula foi sendo afinada ao longo dos anos e chega a 2025 em grande forma. Recuemos alguns anos para recordar a breve história deste modelo francês. Em 2008 chegou ao mercado mundial pela primeira vez, apresentado no Salão Automóvel de Paris. Na altura, ainda sem a febre dos SUV (Sports Utility Vehicle) demasiado empolada, o Peugeot 3008 era uma espécie de monovolume com uma altura ao solo mais “simpática”, num género de crossover. Tornou-se rapidamente um sucesso, com um design irreverente no exterior e ainda mais entusiasmante no interior. Alguns anos mais tarde, em 2016, surge um novo modelo já adaptado aos novos tempos.
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