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O avião começa a descer devagar. Do alto vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo. A asa quase toca o contorno do Pão de Açúcar, a Guanabara aparece em fatias de azul e a frase vem sozinha: o Rio continua lindo.
Mas a Cidade Maravilhosa é bem mais do que cartão-postal: é samba na segunda-feira, bife com fritas no botequim, estrela Michelin ao jantar. Tem museus de classe mundial ao lado de roda de samba na rua, parque de restinga com jacarés na lagoa lado a lado a megashoppings com griffes de luxo. É turismo de experiência, de negócios, de eventos. Muito além do Reveillon e do Carnaval, dois dos maiores espetáculos da terra, o Rio extrapola as fronteiras do samba, do sal e do sol e, sob a benção do Cristo Rei, reinventa-se e renova-se na alta gastronomia, no turismo de luxo, e torna-se lar de eventos como o Rock in Rio, reunião dos Brics e da cúpula do G20.
Para entender a cidade, vamos aproveitar a geografia e apresentar o Rio dividido pelas suas zonas — Sul, Norte, Centro, Oeste e Sudoeste — a partir de lugares onde o carioca efetivamente vive, come, bebe e celebra.
Viver o Rio é passear pela orla de Copacabana, ouvir Bossa Nova no vento de Ipanema, deixar o corpo ditar o ritmo no Samba do Trabalhador, vibrar com um golo do Flamengo no Maracanã, subir Santa Teresa, descer até à Lapa, badalar na Arnaldo Quintela e terminar a noite na calçada do Jobí. Ou do Galeto Sat’s.
Começar cedo, vendo o nascer do sol fazendo stand-up no Posto 6, depois um pequeno-almoço cheio de estilo na Colombo, apanhar o metro até à Barra e ver os jacarés que nadam na lagoa enquanto a chalana [barco] nos leva para almoçar no Ocyá. Bater palmas para o pôr-do-sol no Arpoador, beber um drinque no Spirit, ou um copo de vinho numa cadeira de praia em Botafogo. É jantar em grande estilo no Lasai ou qualquer outro dos estrelados que brilham na constelação gastronómica carioca. Depois, repousar o sono dos justos no conforto de alguns dos super hotéis que o Rio tem. Pra no dia seguinte começar tudo de novo, e de novo, e de novo…
Puxe a cadeira, peça um chope imaginário e venha connosco.
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