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Rio de Janeiro, um Estado de alma

O avião começa a descer devagar. Do alto vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo. A asa quase toca o contorno do Pão de Açúcar, a Guanabara aparece em fatias de azul e a frase vem sozinha: o Rio continua lindo.

  • Texto: Alexandre Lalas e Nuno Guedes Vaz Pires
  • Fotografia: Fabrice Demoulin, Ricardo Garrido e D.R.
16 de Janeiro, 2026

Para entender a cidade, vamos aproveitar a geografia e apresentar o Rio dividido pelas suas zonas — Sul, Norte, Centro, Oeste e Sudoeste — a partir de lugares onde o carioca efetivamente vive, come, bebe e celebra.

Viver o Rio é passear pela orla de Copacabana, ouvir Bossa Nova no vento de Ipanema, deixar o corpo ditar o ritmo no Samba do Trabalhador, vibrar com um golo do Flamengo no Maracanã, subir Santa Teresa, descer até à Lapa, badalar na Arnaldo Quintela e terminar a noite na calçada do Jobí. Ou do Galeto Sat’s.

Começar cedo, vendo o nascer do sol fazendo stand-up no Posto 6, depois um pequeno-almoço cheio de estilo na Colombo, apanhar o metro até à Barra e ver os jacarés que nadam na lagoa enquanto a chalana [barco] nos leva para almoçar no Ocyá. Bater palmas para o pôr-do-sol no Arpoador, beber um drinque no Spirit, ou um copo de vinho numa cadeira de praia em Botafogo. É jantar em grande estilo no Lasai ou qualquer outro dos estrelados que brilham na constelação gastronómica carioca. Depois, repousar o sono dos justos no conforto de alguns dos super hotéis que o Rio tem. Pra no dia seguinte começar tudo de novo, e de novo, e de novo…

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