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O Cozinha do Douro é o mais recente restaurante do Six Senses Douro Valley, em Lamego. Inspirado pelo território, celebra a proximidade e a sazonalidade – princípios que sustentam a sua candidatura à Estrela Verde Michelin. Com uma cozinha de conforto enraizada nas tradições durienses, oferece um banquete de sabores autênticos, reinterpretados com elegância e modernidade.
Qual é a diferença entre tendências e valores? Croquetes de alheira e sobremesas desconstruídas foram tendências; proximidade e sustentabilidade são valores. As primeiras esgotam-se nas ementas e mudam com o algoritmo; os segundos resistem ao tempo e são as bases sobre o qual se constrói uma cozinha com propósito. No fundo, é a diferença entre parecer e ser, entre criar burburinhos e criar raízes.
Num setor em constante mudança, em que todos hasteiam as bandeiras da sazonalidade, do desperdício zero, da compostagem e da transparência, tantas vezes a realidade se mostra opaca.
Por trás de discursos bem ensaiados, há frequentemente práticas que pouco se relacionam com o solo e com os produtores.
No Six Senses Douro Valley, em Lamego, e no Cozinha do Douro, o novo restaurante do hotel, tudo é claro. É ali que os pilares de proximidade e de sustentabilidade se conectam e se mostram num todo. “Todos os dias reinventamos a tradição com o que a natureza nos dá – sem artifícios, apenas verdade”, afirma José Gomes, chef do Cozinha do Douro e dos outros espaços gastronómicos do hotel. “Cada vez mais, os clientes vêm à procura de uma cozinha mais tradicional e de conforto.”
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