Monverde Wine Experience Hotel
Uma experiência completa de enoturismo.
Quinta de Sanguinhedo 166 Castanheiro Redondo, 4600-761 Telões255 143 100
No passado, quando a curiosidade ou o amor por um vinho ou por uma região levava alguém a fazer uma viagem, não se esperaria mais do que a possibilidade de ter uma visita à adega, com sorte uma prova à conversa com o produtor. Para casa, levaria certamente umas boas caixas de vinho. Hoje, o vinho continua a ser o motivo de visita, mas a realidade é diametralmente oposta. À diversidade de formatos com que se apresenta, o vinho associou a criatividade e o inesperado, que se vivem num sem número de experiências que dialogam e fazem sobressair a paisagem e o território, o património cultural e natural, a identidade, a gastronomia e a força dos produtos locais. Em 11 pontos de partida, integrados na Rota dos Vinhos Verdes, comprovamos que os mesmos Verdes são também um destino perfeito para esta altura do ano.
O Monverde Wine Experience Hotel – e a Quinta da Lixa que lhe está na origem – oferecem uma experiência completa de enoturismo. A experiência total dá pelo nome de “Monverde Experience” e inclui tour pela propriedade, degustação de vinhos e refeição, onde se explora a relação dos vinhos com a gastronomia local. Para os apreciadores de queijo, o programa Wine & Cheese Pairing permite uma harmonização de vinhos com queijos da região. Mas as ofertas não se esgotam aqui. Existe ainda a possibilidade de adquirir o exclusivo Wine & Spa Experience e combinar o vinho com momentos de relaxamento no spa do Monverde. Para quem gosta de piqueniques, também é possível na Quinta da Lixa (com opções de cesto gourmet) e ainda workshops de culinária para quem deseja aprender mais sobre vinhos e gastronomia.
A pé ou de bicicleta, é possível percorrer zonas de floresta, aldeias e paisagens tranquilas, observar a nobreza da montanha e extraordinários cenários do rio Tâmega, naquela que foi uma das mais emblemáticas linhas ferroviárias do norte do país, desativada desde 1990. A Ecopista do Tâmega, com cerca de 40 km, liga Amarante a Cabeceiras de Basto, passando pelo Vale do Tâmega, Serra do Marão, Parque Natural do Alvão e Terras de Basto. É um percurso suave e acessível para todos, com um declive muito pouco acentuado.
Amadeo tem um papel na história de arte universal como poucos artistas portugueses e pode ser descoberto em Amarante, onde nasceu. Pioneiro das novas correntes artísticas do século XX, pertenceu à primeira geração de pintores modernistas de Portugal.Pela grandeza da sua obra e pelo seu inconformismo, pela notável ânsia de criar e também pela morte prematura (com apenas 30 anos), o seu génio continua a exercer um enorme fascínio. O Museu, que reune uma parte importante da sua obra, foi instalado, na década de 1980, no Convento de São Gonçalo, junto à igreja e pontes homónimas, no centro histórico de Amarante. O projeto de recuperação é do arquiteto Alcino Soutinho.
Uma experiência completa de enoturismo.
Quinta de Sanguinhedo 166 Castanheiro Redondo, 4600-761 Telões
A pé ou de bicicleta, percorra zonas de floresta, aldeias e paisagens tranquilas.
Com um papel na história de arte universal como poucos artistas portugueses, pode ser descoberto em Amarante, onde nasceu.
Alameda Teixeira de Pascoaes 4600-011 Amarante
Nas múltiplas experiências, com provas de vinhos e atividades complementares, destacam-se as provas dedicadas às castas autóctones da sub-região de Basto, como o Azal, Padeiro e Vinhão, harmonizadas com produtos regionais. Existem opções exclusivas com prova de vinhos de diferentes gamas, incluindo vinhos naturais, varietais de Alvarinho e ainda blends desafiantes, que começam a ser explorados na Região. A Quinta oferece passeios pelas vinhas e pela horta biológica, visitas às aldeias circundantes ou ao Castro do Crastoeiro. Para os mais aventureiros, estão disponíveis passeios de buggy 4×4, rafting e canyoning, todos com provas de vinhos e refeições alegres. Os visitantes podem também desfrutar de piqueniques na propriedade e personalizar as suas próprias provas. Cada experiência proporciona uma imersão na tradição, gastronomia e paisagens deslumbrantes.
Seguir a Rota do Românico é descobrir o espírito de arqueólogo-salteador e ajuda-nos sempre a saber um pouco mais sobre o início da nacionalidade. Pois bem, a poucos quilómetros da Raza, entre Arnóia e Moreira, podemos visitar o Castelo de Arnoia, construído entre os séculos X e XI. Trata-se de um edifício dotado de elementos característicos da arquitetura militar da época, como a torre de menagem com ameias e merlões, e caminho de ronda. Está intimamente relacionado com o Mosteiro de São Bento de Arnoia próximo, onde se encontram, também, alguns vestígios românicos.
Uma antiga padaria construída na década de 1950 deu lugar ao Restaurante que conserva ainda um forno original. Com um ambiente informal, a decoração é rústica, assumindo o granito e a madeira um papel preponderante. Na carta não faltam os assados de cabrito e vitela e o bacalhau com broa. Na garrafeira, destacam-se os Vinhos Verdes da região. O pudim de ovos, o leite-creme queimado ou o bolo de bolacha encerram a refeição.
Múltiplas experiências, com provas de vinhos e atividades complementares.
Veade - Peneireiros 4890-571 Celorico de Basto
Entre Arnóia e Moreira, podemos visitar o Castelo de Arnoia, construído entre os séculos X e XI.
4890-020 Arnoia 255 810 706
Uma antiga padaria construída na década de 1950 deu lugar ao Restaurante que conserva ainda um forno original.
Venda Nova - Britelo 4890 - 289 Celorico de Basto
Uma casa senhorial do século XVII, situada na sub-região de Basto, oferece visitas às vinhas e à casa, acompanhadas de provas de vinhos num cenário único ou a possibilidade de experimentar um menu de degustação harmonizado com vinhos e espumantes da Casa da Tojeira. As provas de vinhos começam na opção Standard, com um Vinho Verde clássico, um vinho com estágio e um espumante, até à Exclusiva que inclui uma seleção mais ampla de vinhos e espumantes, além de uma tábua de produtos regionais e “sopas” de vinho. A paisagem circundante convida ao piquenique que se adora de verão ou de inverno, à prova de espumantes ou à opção por uma sessão de mindfulness e relaxamento com vinho.
Um dos tesouros a descobrir em pleno coração da Serra da Cabreira – são 23 aldeias que seduzem quem as visita e despertam a vontade de voltar. Cenários perfeitos para quem gosta de usufruir da natureza e dos prazeres simples da vivência do mundo rural.
Localizada junto ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos, este projeto recorre às novas tecnologias de informação e comunicação, tornando-se assim num verdadeiro centro interpretativo do concelho de Cabeceiras de Basto. Vitrine da história, usos, costumes, natureza, território e pessoas, a Casa do Tempo apresenta uma forte componente multimédia, que projeta as riquezas do território num futuro marcado pela tecnologia e pela inovação. Uma experiência para todos.
Uma casa senhorial do século XVII, situada na sub-região de Basto, oferece visitas às vinhas e à casa, acompanhadas de provas de vinhos num cenário único.
4860-212 Faia Cabeceiras de Basto
Junto ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Um verdadeiro centro interpretativo do concelho de Cabeceiras de Basto.
Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro n.º13 4860-150 Cabeceiras de Basto
Fundada em 1958, reúne mais de 1700 produtores associados da sub-região de Monção e Melgaço. Aqui pode optar por diferentes provas, desde a base, com o Alvarinho Deu-La-Deu e o Muralhas de Monção Branco até à prova Adega de Monção que apresenta o Alvarinho Adega de Monção e Adega de Monção Tinto. A casta Alvarinho pode ser ainda percebida nas gamas Reserva e Premium da Deu-La-Deu e em espumantes. Por último, a prova Monção e Melgaço oferece uma experiência mais profunda com vinhos cuja idade pode chegar aos 30 anos, mostrando a longevidade desta tão emblemática e conhecida casta portuguesa, a Alvarinho. Todas as provas incluem uma visita ao museu.
As muralhas de Monção situam-se na orla do rio
Minho. Foram erguidas em 1306 por ordem de D. Dinis, envolvido numa prolongada guerra com Castela. Hoje transmitem paz e tranquilidade a quem passeia pelo seu perímetro, desfrutando de uma vista magnífica sobre o rio. Não deixe de espreitar igualmente a “Coca”, escultura do artista plástico Bordalo II, situada no exterior do Museu Monção & Memórias. Inspirando-se no dragão imaginário de Monção, este artista criou uma obra de arte feita de “plástico de alta densidade, partes de ecopontos, partes de para-choques de carros”, entre outro tipo de “lixo, desperdícios, e resíduos que causam contaminação e poluição”, de modo a denunciar “uma sociedade materialista” e promover “uma sustentabilidade ecológica e social”.
Desconhece-se, com precisão, a data de fundação do Castelo de Lapela, mas acredita-se que terá sido mandado construir por D. Afonso Henriques. Hoje sabe-se que a Torre terá sido construída mais tarde, durante o reinado de D. Fernando, muito provavelmente, durante as guerras com Castela. A Torre é o único elemento do castelo medieval que chegou aos nossos dias. Impressiona com os seus 35 metros de altura, 22 metros de largura e paredes de 3 metros de espessura. A sua preservação e o projeto do Núcleo Museológico são extraordinários. Uma visita permite não só ficar a conhecer a história da Torre e apreciar a qualidade estética do seu interior, como chegar ao topo e encontrar uma vista 360º de cortar a respiração, sobre a região, sobre o rio Minho e sobre terras de Espanha.
Fundada em 1958, reúne mais de 1700 produtores associados da sub-região de Monção e Melgaço. Aqui pode optar por diferentes provas.
Adega Cooperativa Regional de Monção Avenida da Adega Cooperativa, 485 4950-279, Mazedo e Cortes
Situadas na orla do rio Minho as Muralhas de Monção foram erguidas em 1306, transmitem paz e tranquilidade a quem passeia pelo seu perímetro.
O Castelo de Lapela acredita-se que terá sido mandado construir por D. Afonso Henriques. A Torre é o único elemento do castelo medieval que chegou aos nossos dias.
Travessa do Castelo 4950-149 Lapela