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Proteger o estuário do Sado envolvendo mulheres da comunidade piscatória, as chamadas Guardiãs do Mar.
A “dança da paisagem” a que Raquel Gaspar se refere é o estuário do Sado, que descobriu em 1992 pelo seu amor aos golfinhos e ao qual passou a dedicar a sua existência. Raquel só não é sereia por acaso. O mar é o seu elemento e defendê-lo é o sentido que encontrou para a sua vida. É bióloga marinha e co-fundadora da ONG Ocean Alive, que em março próximo completa a primeira década de vida e que foi criada para responder à eminente degradação das pradarias marinhas do estuário do Sado. A Ocean Alive tem como missão proteger essas pradarias envolvendo mulheres da comunidade piscatória, as chamadas Guardiãs do Mar.
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